Arquivo para abril, 2010

REVISÃO GRAMATICAL

Posted in Piadas on 27 de abril de 2010 by waleskapink
Revisão gramatical feita pelo clube das loiras
 
ABREVIATURA – ato de se abrir um carro de policia;
 
ALOPATIA – dar um telefonema para a tia;
 
BARBICHA – boteco para Gays;
 
CÁLICE – ordem para ficar calado;
 
CAMINHÃO – estrada muito grande;
 
CATÁLOGO – ato de se apanhar coisas rapidamente;
 
COMBUSTÃO – mulher com peito grande;
 
DESTILADO – aquilo que não está do lado de lá;
 
DETERGENTE – ato de prender indivíduos suspeitos;
 
DETERMINA – prender uma garota;
 
ESFERA – animal feroz amansado;
 
HOMOSSEXUAL – Sabão utilizado para lavar as partes íntimas;
 
LEILÃO – Leila com mais de 2 metros de altura;
 
KARMA – expressão mineira para evitar o pânico;
 
LOCADORA – uma mulher maluca de nome Dora;
 
NOVAMENTE – diz-se de indivíduos que renovam sua maneira de pensar;
 
OBSCURO – ‘OB’ na cor preta;
 
QUARTZO – partze ou aposentzo de um apartamentzo;
 
RAZÃO – lago muito extenso porém pouco profundo;
 
RODAPÉ – aquele que tinha carro mas agora roda a pé;
 
SAARA – muulher do Jaaco;
 
SEXÓLOGO – sexo apressado;
 
SIMPATIA – concordando com a irmã da mãe;
 
SOSSEGA – mulher desprovida de visão;
 
TALENTO – característica de alguma coisa devagar;
 
TÍPICA – o que o mosquito te faz;
 
UNÇÃO – erro de concordância muito frequente (o correto seria um é);
 
VATAPÁ – ordem dada por prefeito de cidade esburacada;
 
VIDENTE – dentista falando sobre seu trabalho;
 
VIÚVA – ato de ver a uva;
 
VOLÁTIL – sobrinho avisando onde vai. 
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ÚNICA

Posted in Não categorizado on 27 de abril de 2010 by waleskapink
                       o me procures em teu mundo

Eu e minha dor não cabemos nele

Mas não preciso dele para existir

Não me procure no corpo de outras mulheres
meu corpo são labaredas do bem e do mal
uma branca nostalgia de uma lenda absurda

Não me procure na boca de qualquer um
Sou a voz perdida /ausente/que se cala
A sílaba esquecida que ninguém mais fala
um sigilo absoluto de um eco

Não me procure em caminhos firmes do teu chão
Pois não estou em lugar nenhum
Nem sigo caminho algum

Não me acharás em outros lábios
Os meus tem um gosto caído e duradouro
de um crime sem perdão
gosto de lágrimas epifânicas
que te fazem se perder, por me achar

não me procure em teus sonhos
confundidos com ilusão
quero sim ser a realidade
nem que seja ela relativa de todas as antíteses
das tuas dimensões

(Marlise)

FASES AERONÁUTICAS

Posted in Não categorizado on 26 de abril de 2010 by waleskapink

O Homem até os 20 anos:
Avião de Papel
Apenas voos rápidos, de curto alcance e duração.

Dos 20 aos 30:
Avião de Caça Militar
Sempre a postos, 7 dias por semana.
Ataca qualquer objectivo. Capaz de executar várias missões, mesmo quando separadas por curtos intervalos de tempo..

Dos 30 aos 40:
Aeronave Comercial de voos regionais
Mantém horários regulares.
Destinos bastante conhecidos e rotineiros.
Os voos nem sempre saem no horário previsto, o que demanda mudanças e adaptações que irritam a clientela.

Dos 40 aos 50:
Aeronave Comercial de voos internacionais
Opera em horário de luxo.
Destinos de alto nível.
Voos longos, com raros sobressaltos.
A clientela chega com grande expectativa; ao final, sai cansada, mas satisfeita.

Dos 50 aos 60:
Aeronave de Carga
Preparação intensa e muito trabalho antes da decolagem.
Uma vez no ar, manobra lentamente e proporciona menor conforto durante a viagem.
A clientela é composta maioritariamente por malas e bagulhos diversos.

Dos 60 aos 70:
Asa Delta
Exige excelentes condições externas para alçar voo.
Dá um trabalho enorme para decolar e, depois, evita manobras bruscas para não cair antes da hora.
Após a aterragem, desmonta e guarda o equipamento.

Dos 70 aos 80:
Planador
Só voa eventualmente e com auxílio.
Repertório de manobras extremamente limitado.
Uma vez no chão, precisa de ajuda até para voltar ao hangar.

Depois dos 80:
Aeromodelo
Só enfeite.

NEM MORTA!!!

Posted in Não categorizado on 23 de abril de 2010 by waleskapink
Uma princesa moderna

sapo e princesa.jpg

Era uma vez… numa terra muito distante…uma princesa linda,independente e cheia de auto-estima que se deparou com uma rã, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas.

Então a rã pulou para seu colo e disse: – Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa.

Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo.

A tua mãe poderia vir morar connosco, tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre.

Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à «sautée», acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma: «NEM MORTA!!!»

SÓ EM FALAR COM VC EU FICO FELIZ

Posted in Não categorizado on 22 de abril de 2010 by waleskapink

A DISTÂNCIA E O AMOR

Posted in Não categorizado on 20 de abril de 2010 by waleskapink
Depois de um tempo, a gente entende que não há distância
para aqueles que se amam,
contrariando o que dizem a quilometragem,
a diferença de fuso, o tanto de afastamento dos olhos.

Porque o olhar que importa é o olhar que ama,
é o olhar que sente, é o olhar que abençoa, e esse olha de qualquer lugar.

A gente entende que estar perto do corpo
não significa necessariamente estar no coração.
 Porque para se estar no coração
 é preciso mais do que a presença física de olhos,
ouvidos, toque, pele, voz.
Para se estar no coração, adivinhe só:
é preciso amor.

E o amor é essa ponte que nos leva a qualquer destino
de maneira instantânea. É a facilidade do encontro,
a beleza dele, o riso dele, a intimidade que é descanso,
a história dele toda, que criam e mantêm proximidade, não é o corpo.

O corpo é a casa querida e temporária,
às vezes desejada, de quem a gente ama,
mas não é quem a gente ama.
E nós podemos estar longe da casa
e desfrutar dos sentimentos que tudo o que ela abriga nos desperta,
 um jeito de estar lá.
Sem poesia, um corpo não floresce diante do nosso olhar.

A primavera que reconhecemos numa outra vida
tem a ver com a primavera que acontece em nós
quando a nossa emoção, de alguma forma,
a encontra. Parece mágico e é também.
Mas é afeto, sobretudo.

É claro que quando se ama,
a gente quer estar perto fisicamente.
Poucas coisas são tão prazerosas
quanto apreciar ao vivo o sorriso bom de quem amamos,
as diferentes maneiras de expressar com o corpo
 as mais variadas emoções.

Acontece que, por uma fantástica capacidade do amor,
nós conseguimos estar próximos mesmo quando não estamos.
O sentimento não tem paredes, já notou?

Quem tiver o coração todo desenhado
com esquadro e compasso talvez não consiga entender.
Para ver o que não está disponível do lado de fora,
é preciso conseguir ver do lado de dentro.
Esse, seja qual for a distância,
é o olhar que faz toda diferença.

Na vizinhança dos vinte anos,
um namorado me deu um livro lindo do Richard Bach,
autor de “Fernão Capelo Gaivota”,
intitulado “Longe é um lugar que não existe”. Um livro fino, pouco texto, e ao mesmo tempo grandioso.
Num trecho, o autor faz uma indagação da qual nunca esqueci,
algo mais ou menos assim:
 “(…) se você quer estar com alguém a quem ama, já não está lá?”

A mente é capaz de coisas incríveis,
mas, em geral, nós aprendemos a lidar com a vida
de uma maneira muito restrita,
muito aquém das possibilidades das quais potencialmente dispomos.

Nós nos acostumamos a experimentar
os nossos cinco abençoados sentidos
como se tudo girasse em torno deles de forma exclusiva.
Mas, depois de um tempo, depois de algum caminho percorrido,
a gente começa a descobrir que não é só isso.

Por mais distante que seja, nós podemos ir onde o sentimento nos levar.
 Podemos ir e sentir um conforto imenso ao encontrar o que está lá.
Quem está lá.
 
Ana Jácomo
 
 
Ultimamente, meu coração vive por aí, longe de mim, mas bem perto de vc!!!

VAZIO

Posted in Não categorizado on 19 de abril de 2010 by waleskapink