Arquivo para fevereiro, 2006

Floricultura

Posted in Não categorizado on 26 de fevereiro de 2006 by waleskapink
 
 
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CASAMENTO

Posted in Não categorizado on 7 de fevereiro de 2006 by waleskapink
 
AO MEU AMOR
 
 
Por mais que o poder e o dinheiro tenham
conquistado uma ótima posição no ranking
das virtudes, o amor ainda lidera com folga.
Tudo o que todos querem é amar.
Encontrar alguém que faça bater forte o
coração e justifique loucuras.
Que nos faça entrar em transe, cair de quatro,
babar na gravata.
Que nos faça revirar os olhos, rir à toa,
cantarolar dentro de um ônibus lotado.

Tem algum médico aí??

Depois que acaba esta paixão retumbante,
sobra o que? O amor.

Mas não o amor
mistificado, que muitos julgam ter o poder
de fazer levitar.

O que sobra é o amor que todos conhecemos,
o sentimento que temos por mãe, pai, irmão,
filho. É tudo o mesmo amor, só que entre
amantes existe sexo.
Não existem vários tipos de amor, assim como
não existem três tipos de saudades, quatro de
ódio, seis espécies de inveja.

O amor é único, como qualquer sentimento, seja
ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.

A diferença é que, como entre marido e mulher
não há laços de sangue,
a sedução tem que ser ininterrupta.

Por não haver nenhuma garantia de
durabilidade, qualquer alteração no tom de voz
nos fragiliza, e de cobrança em cobrança
acabamos por sepultar uma relação que poderia
ser eterna.

Casaram. Te amo prá lá, te amo prá cá. Lindo,
mas insustentável. O sucesso de um casamento
exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo
teto, tem que haver muito mais do que amor, e às
vezes nem necessita de um amor tão intenso.
É preciso que haja, antes de mais nada, respeito.
Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos
alheios. Alguma paciência.
Amor, só, não basta.
Não pode haver competição.

Nem comparações.

Tem que ter jogo de cintura para acatar regras
que não foram previamente combinadas.

Tem que haver bom humor para enfrentar
imprevistos, acessos de carência, infantilidades.

Tem que saber levar.
Amar, só, é pouco.
Tem que haver inteligência.

Um cérebro programado para enfrentar
tensões pré-menstruais, rejeições, demissões
inesperadas, contas pra pagar.

Tem que ter disciplina para educar filhos, dar
exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra.

Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem visando a longevidade
do matrimônio tem que haver um pouco de
silêncio, amigos de infância, vida própria,
um tempo pra cada um.

Tem que haver confiança.

Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu,
fazer de conta que não escutou.

É preciso entender
que união não significa, necessariamente, fusão.

E que amar, "solamente", não basta.

Entre homens e mulheres que acham que o amor
é só poesia, tem que haver discernimento, pé no
chão, racionalidade.

Tem que saber que o amor
pode ser bom, pode durar para sempre, mas que
sozinho não dá conta do recado.

O amor é grande mas não é dois.

É preciso convocar uma turma de sentimentos
para amparar esse amor
que carrega o ônus da onipotência.

O amor até pode nos bastar,
mas ele próprio não se basta.

 
E  É POR ISSO QUE A GENTE DÁ CERTO!!!
 
TE AMO!!!

É VERÃO…

Posted in Não categorizado on 7 de fevereiro de 2006 by waleskapink

 É VERÃO

 

 

 

PIADINHA PRA DESCONTRAIR

 

Um casal de velhinhos está deitado na cama. A esposa não está satisfeita
com a distância que há entre eles; ela lembra:- Quando éramos jovens, você
costumava segurar a minha mão na cama.
Ele hesita e, depois de um breve momento, estica o braço e segura a mão
dela.
Ela não se dá por satisfeita.
– Quando éramos jovens, você costumava ficar bem pertinho de mim.
Uma hesitação mais prolongada agora e, finalmente, resmungando um
pouco,ele vira o corpo com dificuldade e se aconchega perto dela da melhor
maneira possível.
Ela ainda insatisfeita:
– Quando éramos jovens, você costumava morder minha orelha…
Ele dá um longo suspiro, joga a coberta de lado e sai da cama.
Ela se sente ofendida e grita:
– Aonde você vai?
– Buscar a dentadura, véia chata.

PAZ

Posted in Não categorizado on 1 de fevereiro de 2006 by waleskapink
 
PAZ

Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz demonstrar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram. O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve que escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.
A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação.
Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se
precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada pacífico. Mas, quando o rei observou mais
atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de dentro de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho. Paz perfeita. Qual pensas que foi a pintura ganhadora? O rei escolheu a segunda. Sabes por quê?
— "Porque", explicou o rei: "Paz não significa estar
num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor. Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos
no nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz de Deus"